Pirassununguense é destaque na Garagem do Faustão – Jornal O Movimento

11/04/2010 por Equipe Luccas Trevisani

Matéria publicada no Jornal O Movimento 30/03/2009 – Por: Diego Castro (Jornalista)

O cantor e compositor Luccas Trevisani concorre na atração com a música “Te quero mais”

Diego Castro da redação

Ele saiu de Pirassununga aos 10 anos para morar com a família na cidade de Santos, mas o jovem cantor, instrumentista e compositor Luccas Trevisani ainda guarda amigos, familiares e um jeito humilde e decidido do interior paulista. Apontado como uma das revelações do pop rock nacional, ele vem ganhando destaque no blog que indicará novas músicos para o quadro Garagem do Faustão, do programa dominical de Fausto Silva.
Os artistas que quiserem participar do quadro, devem enviar vídeos para o blog http://tvglobo.domingao dofaustao.globo.com/garagem-do-faustao. Os visitantes podem assistir aos vídeos e votar em seus favoritos. Ele enviou uma série de vídeos, mas a música escolhida foi “Te quero mais”, uma das canções de seu primeiro DVD. “Eu estava assistindo o programa e, ao contrário de muitas coisas que a gente vê, me pareceu uma coisa realmente séria. Pensei, legal, vou mandar um material. Enviei então uns cinco, seis vídeos e uma semana depois, estava lá a música Te quero mais”, explicou Luccas.
Os produtores do programa ainda não definiram quando vai ser feita a escolha dos melhores, mas Luccas tem esperança de ser selecionado. “Não dá pra saber ainda se eu tenho chance. Mas a música está sempre entre quatro e cinco estrelas [em uma escala de 1 a 5]. Está na frente de muita gente boa e está junto de muitos bons músicos.”
Para aumentar suas chances, ele convocou os amigos de Pirassununga a ajudarem na divulgação do vídeo. “Ainda tenho primos e amigos em ‘Pira’, e tem o Roberto Bragagnollo, que me ajuda muito desde quando ele trabalhava na rádio”. O ex-radialista e atual secretário de Cultura disse que conhece o jovem músico desde criança e que confia no potencial do rapaz. “Ele é um cara muito inteligente. Participa de todas as etapas da produção das músicas. Compõe, faz arranjo, canta, toca. E eu sinto nele, nas poesias dele, um pouco do Cazuza”, comenta Bragagnollo.

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Luccas Trevisani lança Certos Dias, seu segundo trabalho solo – Revista Ao Vivo

11/04/2010 por Equipe Luccas Trevisani

Por Eugênio Martins (Revista Ao Vivo) – 23 Abril 2009
Link da Matéria original:

Luccas Trevisani

Depois de vender quatro mil cópias de seu disco de estréia, o músico santista lança o novo álbum, Certos Dias, no dia 30 de abril, às 22h, no Uptown Bar, no Centro Histórico de Santos. Os convites antecipados custam R$ 10

Se há uma palavra que pode definir o mais recente trabalho de Luccas Trevisani, o CD Certos Dias, essa palavra é maturidade. Os seis anos que separam o novo trabalho de Estação, seu disco de estréia de 2003, com mais de quatro mil cópias vendidas, prepararam o artista para esse lançamento.

Nesse tempo, muito asfalto ficou para trás. Com lançamento de Estação, Trevisani ganhou a estrada se apresentando no interior e na capital do estado. O clip da música Eu Não Sou o Mesmo Cara fez parte da programação da MTV por um bom tempo.

O sucesso fez com que o músico santista abrisse as apresentações dos grupos Paralamas do Sucesso e Kid Abelha para um público de mais de 15 mil pessoas no Guarujá e dividisse o palco com Jorge Benjor e Paula Lima em Santos.

Concorrendo com dezenas de artistas, foi convidado por uma das maiores companhias de telefonia do Brasil para participar de uma campanha publicitária veiculada em todo o estado de São Paulo. Com tudo isso Trevisani ainda arranjou tempo para entrar como sócio em uma loja de instrumentos musicais, a Calango Music.

Apostando na máxima “menos é mais”, os arranjos enxutos de Certos Dias mostram o quanto Trevisani cresceu musicalmente. “É um disco que vai direto ao ponto. Vejo isso de maneira positiva, porque ele pode ser executado ao vivo com mais facilidade. “Ele possui composições novas e mais maduras. O primeiro disco tinha muita coisa que eu havia feito na adolescência. O Certos Dias ficou com mais cara de banda, mais orgânico”, explica Trevisani.

Produzido de maneira independente, assim como Estação, o novo álbum traz onze faixas autorais ou com a parceria de músicos santistas. Participam Adolfo Mendonça (General Tequila), nos teclados; Juninho, na percussão; Valdemir Vasconcelos, no baixo; e Bruno Graveto (Charlie Brown Jr.), na bateria.

Os destaques são Cada Segundo, canção que abre o disco, O Tempo Não Volta e A Pátria Amada, a qual Luccas faz uma contundente crítica social, mas foi Certos Dias, parceria entre Trevisani e Mateus Cristovão, a canção escolhida como música de trabalho pelo público por uma votação no site oficial do artista. A votação permitia aos visitantes a escolha da canção a ser trabalhada. Entre os mais de 22 mil votos e 30 mil downloads, Certos Dias foi a escolhida. “A intenção foi tirar das minhas costas o peso dessa escolha, deixar o público decidir”.

Luccas Trevisani é quem assina também os arranjos, produção musical e direção artística do álbum. “Foi preciso seis meses de pré-produção em um estúdio caseiro para esse trabalho se concretizar”.

A masterização foi feita no estúdio Midas, em São Paulo, e ficou a cargo de Rodrigo Castanho, que já trabalhou, entre outros, com NX Zero, Ira!, Fresno, Tihuana, Planta e Raiz e CPM 22.

As influências variam de Beatles, U2 e Coldplay ao rock nacional dos anos 80. Ou seja, não tem contra indicação nem público alvo. “E nem me preocupo muito com isso”, afirma.

Serviço:

Luccas Trevisani – Show de lançamento do álbum Certos Dias
Data: 30/04
Horário: 22h
Preço: R$ 10 (antecipado com flyer)
Local: Uptown Bar
Endereço: Rua XV de novembro, 49 – Centro Histórico – Santos
Info: (13) 3216-1659 (13) 3216-1659 / (13) 3289-7693 (13) 3289-7693
Ponto de venda: Calango Music (Av. Ana Costa, 499 – Gonzaga) (13) 3322-3829 (13) 3322-3829


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Luccas Trevisani lança Certos Dias – Revista Ao Vivo

11/04/2010 por Equipe Luccas Trevisani

por Thiago Santos (Revista Ao Vivo)

Quase seis anos após estrear em grande estilo vendendo mais de quatro mil cópias de seu primeiro CD, Estação (2003), o cantor Luccas Trevisani está de volta. O músico lança em abril seu segundo álbum solo, Certos dias (2009). Produzido de forma independente, o álbum possui dez faixas, todas de autoria de Luccas, sozinho ou com parceiros.
Destaque para Cada segundo, canção que abre o disco, O tempo não volta e A Pátria amada, em que o cantor e compositor envereda para a crítica social. No entanto, Certos dias, parceria entre Trevisani e Mateus Cristovão, merece atenção especial. Isso porque a canção foi escolhida como música de trabalho, não pelo cantor ou sua produção, mas pelo público. No site oficial do artista (www.luccastrevisani.com.br), uma votação permitia aos visitantes a escolha da canção a ser trabalhada. Entre os mais de 22 mil votos e 30 mil downloads, Certos dias foi a escolhida. “A intenção era tirar das minhas costas o peso dessa escolha, deixar o público decidir”, explica.
Acompanhado por Adolfo Mendonça (General Tequila) nos teclados, Juninho na percussão, Valdemir Vasconcelos no baixo e Bruno Graveto (Charlie Brown Jr.) na bateria, Luccas mostra-se satisfeito com o resultado do novo álbum. “É um disco que tem mais a minha cara. É mais simples, porém mostra a minha essência”, afirma ao comparar Certos dias ao seu álbum de estreia. “O disco possui composições novas, mais maduras. O primeiro disco tinha muita coisa que eu havia feito na adolescência. Ele também ficou com mais cara de banda, mais orgânico”, completa.
Luccas Trevisani é quem assina também os arranjos, produção musical e direção artística do álbum. A masterização foi feita no estúdio Midas, em São Paulo, e ficou a cargo de Rodrigo Castanho, que já trabalhou, entre outros, com NX Zero, Ira!, Fresno, Tihuana, Planta e Raiz e CPM 22.

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TIM aposta em música de raiz em campanha no interior – Meio & Mensagem

11/04/2010 por Equipe Luccas Trevisani

Matéria publicada na Meio & Mensagem – 22 de setembro de 2005

[22/09 - 13:57] Operadora busca crescer no interior paulista e contrata seis bandas para participarem de seu novo comercial

A Tim lança no próximo domingo, dia 25, campanha exclusiva para o interior de São Paulo.

Em parceria com a McCann-Ericksson, a empresa realizou pesquisa para selecionar seis grupos musicais regionais que têm seu
repertório centrado na música de raiz. A idéia é resgatar a música regional para aproximar a operadora da população local.

As bandas escolhidas foram: Paranga (São Luiz do Paraitinga); Conversa Ribeira (Campinas); Luccas Trevisani (Santos); Rodolfo e Rodrigo (Botucatu); Sanfonias e Verônica (Ribeirão Preto) e Trem da Viração (São José dos
Campos).

Elas participaram da gravação do filme, criado pela McCann e produzido pela O2, que será veiculado em emissoras de TV e cinemas no interior de São Paulo.

As bandas aparecem interpretando a música “Conto de Fraldas”, do compositor Tom Zé, tendo ao fundo imagens que identificam as suas cidades. Também foram criados spots para emissoras de rádio.

Em uma segunda fase, serão produzidos anúncios para jornais. Os seis grupos vão participar ainda de 15 espetáculos, chamados de “Tim de Causos e Canções”, pelas principais cidades do interior paulista, durante o período da campanha, que vai até janeiro de 2006. A criação é de Carlos Bertuol, Juliana Furtado e Luisa Silvestre, com direção de criação de Luisa Silvestre.

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O Bom Lado B – por Mateus Cristovão

11/04/2010 por Equipe Luccas Trevisani

O bom “Lado B” (por Mateus Cristovão)

Fadada a clichês e aos diversos artistas de muita produção e pouco talento, a música nacional descobre na cena independente o surgimento de excelentes novidades. Em Santos, litoral de São Paulo, talentos como o jovem Luccas Trevisani e a banda Koala Joe mostram que é possível fazer música de qualidade e obter reconhecimento do público sem o apoio das grandes gravadoras.

Em tempos de “vacas magras” no circuito comercial fonográfico brasileiro, não é exagero afirmar que, para quem quer conhecer novos sons, mais vale explorar os muitos porões e garagens à procura de talentos anônimos a endossar os novos “sucessos pré-fabricados”, que alimentam o agonizante mercado das gravadoras. Mercado este que está cada vez mais cauteloso ao arriscar em grandes investimentos, e se fecha de forma, quase indissolúvel, aos muitos que ainda, corajosamente, batem em suas portas no sonho de divulgar o próprio trabalho.

Em razão desta tendência, cresce o número de artistas anônimos e de expressivo re-nome, que investem no mercado paralelo da indústria cultural e se lançam de forma independente ao grande público. Nomes como o do cantor Lobão, que descobrem na iniciativa privada, uma maneira de buscar o seu lugar ao sol.

Tida como um verdadeiro celeiro deste talentos anônimos, a Baixada Santista é, sem dúvidas, um dos principais pólos do circuito alternativo. Em um passado não muito distante, revelou ao Brasil e ao mundo o desbocado e empolgante rock da banda Charlie Brown Jr. Pouco depois, levou ao Rock In Rio o promissor som da banda Cajamanga e, nos dois últimos anos, mostrou o “bom lado B” do seu universo pop/rock, black soul e hip hop, através das bandas Koala Joe, Conexão Baixada e do cantor e compositor Luccas Trevisani.

Este último, ainda com seus poucos 22 anos, já atingiu resultados de gente grande e surpreende por seus números e pela qualidade de suas letras e melodias. Em pouco mais de dois anos buscando reconhecimento por trás das cortinas, Luccas Trevisani vendeu mais de 25.000 cópias, entre coletâneas, parcerias e seu primeiro disco solo, Estação.

Um disco que embora tenha sido pouco divulgado em comparação à mídia explorada pelas majors, agradou ao público e à crítica regional pela sua versatilidade e, principalmente, por revelar o surgimento de um grande letrista que, sem exageros, pode ser encarado como um novo poeta do rock nacional.

Após atingir a marca de quatro mil cópias vendidas de Estação, Luccas Trevisani parte agora para o lançamento de seu segundo disco com a certeza do dever cumprido. Algo que pode ser encarado como uma decolagem que possibilitou um vôo maior do que suas próprias limitações, mostrando o abrangente horizonte que Luccas certamente ainda tem a explorar pela frente.
“Os números de Estação me surpreenderam em razão das limitações naturais a divulgação de um trabalho independente. Porém, sabendo do potencial do meu trabalho e, propriamente do disco, sei que com o apoio da grande mídia o sucesso poderia ter sido ainda maior”, revela o músico.

Além do cd Estação, composto com 12 faixas autorias, o musico lançou ainda um vídeo-clipe independente, que chegou a ser exibido pela MTV Brasil, e por emissoras do litoral paulista. Um investimento que requer recursos e planejamento, visto que o custo de gravação de um clipe “sem grandes produções” varia de R$ 2,000,00 à R$ 5,000,00.

Nesta trilha, a hora é de arriscar. E a ousadia é fator preponderante rumo à conquista de um mercado que já não evidencia mais os seus critérios, de uma música carente de novos poetas, e de uma geração ritimista acostumada aos bate-estacas instrumentais.

E no embalo de um desses ritmos de grande inserção da música contemporânea, o swing Black da banda Koala Joe é outra surpreendente novidade que emerge das garagens santistas.

Composta por músicos experientes da noite litorânea, a banda completou quatro anos de estrada com muitos motivos a serem comemorados. Depois de conquistar o respeito do público com um original repertório cover, o Koala decidiu apostar em trabalho voltado a composições próprias. A iniciativa deu certo e, recentemente, a banda gravou o seu primeiro vídeo-clipe.

“O nosso som é uma mistura do black, do pop e do soul. Então, a gente costuma falar que nós fazemos o black pop soul!”. Assim define Júnior, guitarrista da banda. Entre as muitas influências do grupo, o vocalista Gibi destaca que a base do trabalho foi consolidada por sons dançantes da música nacional e internacional. “Gostamos de ouvir desde Tim Maia e Jorge Bem, a Jackson Five. Eu adoro essas coisas que têm música negra, que têm batida, que têm muito groove”.

Com personalidade, o Koala segue um caminho parecido com o de outras bandas do Brasil. Sofre com dificuldade de suporte, transporte e, como de praxe, com a falta de lugares para ensaiar. No entanto, com talento e uma boa dose de improvisos, o Koala supera os desafios de sua independência artística, como conta o vocalista Duda. “Para chegarmos no estúdio com tudo organizado, passamos a ensaiar na minha casa. Lá a gente fazia os arranjos e ensaiava as vozes. Aí chegava no estúdio já com tudo praticamente montado, passava lá e já levava pra noite”.

A alternativa proposta pelo Koala é, porém, uma das maiores deficiências encontradas entre os muitos conjuntos que iniciam suas caminhadas rumo ao estrelato de forma independente. Segundo o engenheiro de som e produtor musical, Victor Fernandes, por não terem locais fixos para ensaios, muitas bandas recorrem aos estúdios com pouco ou nenhum preparo, almejando a produção de um disco. Com isso, acabam perdendo tempo e investimento, explica: “Para gravar um CD não basta ter talento ou entrosamento, apenas. A banda tem que planejar e, de preferência, conseguir alguém com experiência em produção musical”.

Victor completa, explicando que mesmo entre as bandas que planejam a produção previamente, esquecem de pensar o que será feito com o disco após o término das gravações. “Às vezes você vê investimentos de cinco, dez, quinze mil reais em um trabalho independente, com gravações de alto nível e resultados que em nada deixam a desejar para as produções de gravadoras, mas a banda ou o artista não se estrutura para divulgar o trabalho, e acaba morrendo na praia”, conclui o engenheiro.

Victor é proprietário de um estúdio de gravação em Santos, e acompanha com entusiasmo o crescimento do mercado da música independente na região. “Hoje em dia, com o surgimento de novas tecnologias de mídia e, principalmente, com o avanço da Internet, é mais fácil se lançar de forma independente. Você pode divulgar suas músicas através da web, e disponibilizar o arquivo de áudio a qualquer pessoa”, salienta.

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Jorge Ben, Paula Lima e Luccas Trevisani se encontram no Sesc – Jornal Diário do Litoral

11/04/2010 por Equipe Luccas Trevisani

Matéria publicada no Jornal Diário do Litoral, Sexta-Feira, 18/11/2005

Jorge Ben, Paula Lima e Luccas Trevisani se encontram no Sesc - Jornal Diário do Litoral

FAMOSOS

Um dos eventos de música brasileira mais bem-sucedidos da atualidade, a série Encontros TIM chega a Santos com o show que coloca pela primeira vez no mesmo palco Jorge Ben Jor, Paula Lima e o músico santista Luccas Trevisani. O trio se apresenta hoje no Sesc Santos, a partir das 21h30.

Os Encontros TIM promovem encontros inéditos de estilos e gerações. Desde que surgiu, no início de 2005, o evento já reuniu nomes como Marcelo D2, Paulinho da Viola, Marisa Monte, Mart’nália, Cidade Negra, Rita Lee e Pitty, entre outros. O projeto conta sempre com a participação de pelo menos um indicado ou vencedor do Prêmio TIM de Música. Ben Jor já levou o troféu de Melhor Cantor, Melhor Arranjador e Melhor Música (‘Bumbo da Mangueira’) na categoria Pop/Rock.

Uma das marcas registradas dos Encontros TIM são os números musicais criados pelos artistas especialmente para a ocasião. Em Santos não será diferente. Jorge Ben Jor, Paula Lima — que tem Ben Jor como uma das principais referências de seu trabalho — e Luccas Trevisani prometem surpresas para o público santista.

Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (Clientes TIM e meia-entrada). O Sesc fica na Rua Conselheiro Ribas, 136 – Santos. O telefone é 3227-5959

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Ben Jor, Luccas Trevisani e Paula Lima esquentam a noite – Jornal A Tribuna

11/04/2010 por Equipe Luccas Trevisani

Matéria publicada no Jornal A Tribuna

Ben Jor, Luccas Trevisani e Paula Lima esquentam a noite - Jornal A Tribuna

‘‘Eu e a Banda do Zé Pretinho vamos entrar para arrebentar’’, garante Jorge Ben Jor sobre o show da série Encontros Tim, que acontece hoje, a partir das 21h30, no Ginásio do Sesc. O cantor vai dividir o palco com Paula Lima, fã assumida de seu trabalho. E antes da dupla entrar em cena, o músico santista Luccas Trevisani vai apresentar as canções do seu primeiro álbum, Estação, além de dar uma prévia do novo CD, com título provisório de Certos Dias.

Para o concerto desta noite, Ben Jor preparou uma seleção que inclui seus grandes sucessos — País Tropical, Taj Mahal, A Banda do Zé Pretinho, entre outros — e as faixas do recente Reactivus Amor Est (Turba Philosophoum) —, com destaque para História do Homem, Janaína Argentina e São e Salvos.

A reunião com Paula Lima promete ser especial, já que ele exerce um papel fundamental na carreira da cantora. Paula conseguiu destaque ao relançar Meu Guarda-Chuva, de autoria de Ben Jor. A composição havia sido resgatada desde a passagem da cantora pela big band de soul Funk Como Le Gusta, no período de 98 a 2000.

‘‘Virou uma espécie de amuleto. Quase ninguém sabia que esta música era dele, porque a versão original foi interpretada por Elizabeth Viana’’, comenta a intérprete. O ídolo apareceu antes de uma de suas apresentações, para conhecê-la. ‘‘Ele desejava descobrir de quem era a voz na regravação e o motivo de ter escolhido esta composição’’, lembra.

Paula Lima diz que não hesitou em aceitar o convite para a apresentação conjunta, que considera um ‘‘presente adiantado de Natal’’. Os dois cantaram juntos cerca de dez vezes. ‘‘Foram oportunidades inesquecíveis. Temos uma ligação há longa data’’, destaca.

A cantora cresceu ouvindo as canções de Ben Jor, que considera o ‘‘mestre do suingue’’, e chegou a trabalhar no álbum 23, como backing vocal. ‘‘Eu me formei em Direito, sempre acreditei que fosse ser promotora. Nunca imaginei que acabaria ingressando no mundo musical, muito menos que teria um elo assim com meu ídolo’’, enfatiza.

Se depender dela, este diálogo vai continuar. Paula prepara para abril o seu terceiro CD, carregado da sonoridade tipicamente brasileira. Para felicidade da fã, o mestre, que a chama carinhosamente de ‘‘sereia’’, promete participar do disco, desde que consigam conciliar as agendas.

‘‘No próximo ano, vou sentar com a gravadora para discutir um novo projeto’’, explica ele. ‘‘Acho o trabalho da Paula Lima maravilhoso. Ela é afinadíssima e não está apressada, sabe que vai acontecer’’, completa.

Luccas Trevisani

Para o santista Luccas Trevisani, que vai abrir a noite, este show é conseqüência de sua participação na atual campanha da Tim, na qual representa os músicos da região.

‘‘A operadora queria alguém que tivesse músicas próprias e expressão local’’, explica. O processo seletivo, que ocorreu em agosto, incluiu uma entrevista, em que o candidato precisava detalhar seu álbum e cantar ao vivo.

O comercial tem sido veiculado há pouco tempo, no entanto Trevisani já percebe os resultados: ‘‘Na Internet, muita gente do interior me escreve. Por ser uma boa divulgação, não acho ruim vincular a minha imagem à da empresa. Quanto mais, melhor’’.

Ele observa que isso também vai ajudar no lançamento do seu segundo álbum, que deverá se chamar Certos Dias. ‘‘O som é na linha do pop-rock. Em termos de conteúdo, sigo na MPB’’, diz. O músico ainda deve voltar em outra edição do Encontros Tim, marcada para janeiro.

Serviço — Ingressos para o show custam R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada e preço promocional para clientes da operadora de telefonia celular), e podem ser comprados na bilheteria do Sesc, Rua Conselheiro Ribas, 136, Aparecida. Outras informações pelo telefone 3227-5959.

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Entrevista Luccas Trevisani ao Jornal da Orla – Coluna Olhos nos olhos

11/04/2010 por Equipe Luccas Trevisani

Entrevista à coluna “Olhos nos Olhos” Jornal da Orla, 08/01/2006

Entrevista Luccas Trevisani ao Jornal da Orla

Embora com pouca idade, Luccas Trevisani já ganhou espaço no mercado fonográfico do país. Prova disso foi ter seu videoclipe veiculado na programação da MTV e também ter gravado a mais recente campanha publicitária da TIM. Cantor, compositor e instrumentista, Luccas, desde 1994, mora em Santos, cidade que o recebeu de braços abertos, lançando-o para o mundo da música.

No que você se inspira para compor?
Depois de mais de 150 músicas compostas e ainda continuar compondo, posso dizer que já tive muitas inspirações diferentes ao compor. Pode ser um amor, uma notícia, um filme, uma idéia, uma conversa, um olhar, um dia de sol, um dia de chuva, um beijo, um fato, entre outras tantas coisas que podem inspirar um artista.

Acredito que essas inspirações me vêm à mente por eu estar receptivo à elas, e a música, para mim, é a melhor forma de dar vazão à isso tudo.

03 Seu trabalho se destaca de outros pela versatilidade e ecletismo. Você teve dificuldades em se inserir no mercado fonográfico?
Meu primeiro cd, Estação, realmente foi eclético e versátil ao passo que misturei diversos elementos num único disco.
Por ser um trabalho totalmente independente, enfrentei dificuldades maiores para entrar no mercado. E mesmo tendo alcançado muitas vitórias como a vendagem de 4.000 cópias de Estação, o videoclip da música de trabalho foi premiado no último Curta Santos (e também entrou na programação da MTV Brasil), além abrir shows de diversos artistas como Paralamas, Kid Abelha, Jorge Bem Jor, Paula Lima, CPM 22, entre outros, continuo batalhando a cada dia para subir cada vez mais degraus nessa carreira.

04 Você fazia faculdade de Direito. Já se formou? Pretende exercer essa profissão junto à música?
Cursei Direito até o meio do 3º ano, que foi quando lancei meu primeiro cd solo. Nessa altura, com o apoio dos meus pais, tranquei a faculdade para me dedicar somente à minha carreira e até hoje tenho me dedicado integralmente à música.
Não pretendo exercer a profissão junto à música. E mesmo admirando muito a carreira jurídica, o que me faz mais feliz e me completa é a música.

05 Quais são as suas influências?
São muito variadas, cada disco novo que escuto pode me abrir a cabeça para novas idéias e influências, mas, generalizando, escuto pop rock nacional e internacional, mpb (desde a bossa nova até a nova geração), música instrumental, etc…

06 Quando sai o próximo CD? Quais as novidades?
No momento estou concentrado apenas no meu segundo cd, que está sendo todo produzido por mim. As gravações estão sendo em Santos, no Estúdio Noname. O nome do cd provavelmente será Certos Dias, e ficará pronto entre fevereiro e março de 2006. Será um disco com 14 músicas compostas por mim (sozinho e em parcerias), a sonoridade está mais na linha pop/rock.

07 Tem planos para o futuro?
Sempre tive muitos planos e sonhos, muitos deles já realizei e agora busco sonhos maiores. Fazer minha carreira crescer mais a cada dia é (sem dúvida), minha meta de todos os dias. Pretendo um dia gravar um disco tocando todos os instrumentos. Acredito que esse novo ano me trará boas surpresas.

08 Sua rotina em Santos mudou depois de se tornar uma figura pública?
Mudou sim, principalmente depois que participei da campanha da TIM. Muitas pessoas me reconhecem nas ruas, shoppings, algumas até cantam a música da campanha, recebi muitas mensagens na internet. É muito bom ser reconhecido, e colher frutos de um trabalho que venho plantando há um tempo. O que mudou foi o reconhecimento público. Mas minha rotina não foi alterada por causa disso.

Jogo Rápido
Signo: Câncer
Ídolo: não tenho ídolos
Prato predileto: todos da minha mãe
Lazer: ouvir e fazer música; viajar; cinema;
Ser feliz é… Saber sorrir pra vida, mesmo quando a vida não sorri pra nós
Não ter medo de… Lutar pelos nossos sonhos
Amor: Alimento do corpo e da alma.
Um livro: O Príncipe (Maquiavel)
Uma viagem: Alto Paraíso (GO)
Uma frase: “Buscar o amor é bom, melhor é achá-lo” – Shakespeare

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Luccas Trevisani mostra seu som – Jornal Expresso Popular

11/04/2010 por Equipe Luccas Trevisani

Matéria publicada no Jornal Expresso Popular (19/09/03)

Luccas Trevisani mostra seu som - Jornal Expresso Popular

O Cantor e instrumentista apresenta hoje, a partir das 18 horas, no Centro de Santos, as músicas do disco ‘Estação’.

O cantor é a atração de hoje a partir das 18 horas, no Bulevar da Rua XV de Novembro, no Centro de Santos. É na faixa.
Luccas, que nasceu em Pirassununga, no interior de São Paulo, mas mora há dez anos em Santos, vai mostrar para o público as canções do seu primeiro CD, Estação, além de faixas de artistas famosos do pop, rock e mpb. “Estou divulgando as músicas Rosa dos ventos e Eu não sou o mesmo cara, que são do meu CD”.
A segunda faixa de seu disco vai ganhar clipe. “Ele vai passar na MTV e em emissoras locais, como a TriTV”.
Aliás, o Cd do cantor e multiinstrumentista (toca violino, guitarra, gaita e baixo) traz 12 faixas, todas de autoria própria ou resultado de parcerias.

Carreira
Luccas iniciou sua carreira a cerca de oito anos, quando tocou em bandas de rock de garagem. “Em 1999 gravei e música Depende de Nós no Cd Cantos da Mata Atlântica. Também toquei na banda Zenrude e na noite”.
No show de hoje, Luccas estará acompanhado de Alexandre Blanc (violão, guitarra e backing vocal) e Juninho (percussão).
Ele também fa’ra uma apresentação no próximo dia 12 em Bertioga. Tenho me dedicado mais à divulgação do CD, mas toquei no Moto Stories e também no Guarujá”.
De acordo com o cantor, já apareceram propostas de apresentações no interior e até em outros estados como Mato Grosso. Vou fazer mais shows para o fim do ano. Agora quero continuar divulgando o disco”.
Contatos e informações sobre o músico no site www.luccastrevisani.com.br

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Luccas Trevisani grava videoclipe no Centro Histórico de Santos – Jornal Aparecida

11/04/2010 por Equipe Luccas Trevisani

Matéria publicada no Jornal Aparecida (Jan/Fev – 2004)

Luccas Trevisani grava videoclipe no Centro Histórico de Santos - Jornal Aparecida

Seis meses após lançar seu primeiro disco solo, Estação, o jovem talento da Baixada Luccas Trevisani avança mais uma importante etapa para emplacar no concorrido show business nacional. No último dia 16, lançou, com exclusividade, o primeiro videoclipe de sua carreira em uma emissora regional. Posteriormente, o clipe da música “Eu não sou o mesmo cara”, será exibido em rede nacional, passando a integrar a programação de emissoras como a MTV Brasil, Multishow, e outras pelo interior do país. Esta é mais uma produção independente do músico, que escolheu o Centro Histórico de Santos como cenário para as gravações.

Com passagens pela Casa de Frontaria Azulejada, Salão Camoniano do Centro Português de Santos e Rua do Comércio, recentemente utilizada para as filmagens da minissérie Um Só Coração (Rede Globo), o clipe não apenas exalta as belezas do Centro Histórico, como também marca uma nova etapa na carreira de Luccas.

A exemplo da produção de Estação, Luccas fez questão de participar diretamente de todo o processo de criação do clipe tendo, inclusive, elaborado o Roteiro.

E assim como a letra da música fala sobre amor, tempo e as mudanças pelas quais toda pessoa passa, o clipe também muda seus cenários e locações. O começo , se passa na Rua do Comércio, com forte destaque para a fachada neoclássica da Frontaria, que contrasta com os arcos e paredes em ruínas do seu interior. Outra atmosfera, já mais romântica, foram os takes gravados no Salão Camoniano, com participação da modelo e atriz Patrícia Cassi.

Enriquecendo ainda mais as cenas com a banda, no interior da Frontaria, vale ressaltar a presença do belíssimo Chevrolet Bel-Air 1957, mesmo automóvel utilizado pela atriz Ana Paula Arósio na minissérie Hilda Furacão (Rede Globo).

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